Sabia que suas emoções interferem diretamente na forma como você se veste?

A segurança do vestir pode ser facilmente fragilizada por humores, desconexões, amores, rumores, sustos ou medos.  Somos complexas {yes! Vamos admitir para doer menos}. E essa complexidade é a somatória de um todo. Assim, nossas escolhas podem “falar bem” ou “falar mal” de nós. O vestir deve {ou deveria} estar intimamente ligado com quem a gente é {de verdade verdadeira}.

Se conhecer por dentro facilita a conexão com o lado de fora, num estilo de vestir mais definido, mais personalizado, que externe essas subjetividades com clareza para o mundo em volta. Mas e essa instabilidade que acontece vez ou outra? Qual o tamanho da relação entre o que acontece com a gente e o que a gente escolhe vestir? E qual a importância dessa relação? O emocional de um indivíduo pode se sobrepor ao seu estilo pessoal?

Eu, por exemplo, não costumo demorar para me vestir e escolho minhas roupas rapidamente. Mas é claro que tem dias que enrosco. Experimento uma, duas, três vezes até achar algo que realmente me faça sentir segura. Mas, quando isso acontece, procuro olhar para dentro e ver o que está acontecendo. Me viro do avesso. Reflito sobre minhas emoções e reflito sobre o que está desalinhando meus sentimentos.

Não somos estáveis. Estamos sempre sujeitas ao inesperado, inclusive com os sentimentos. E isso é tão verdadeiro que aquela mesma roupa que nos fez sentir lindas em um determinado dia, pode não provocar a mesma sensação em outro. Tem dias que a gente acorda “pantera”, quer vestir uma roupa que reflita a nossa força, fazer até uma oposição ao masculino, mostrar sensualidade. E já tem outros em que a gente acorda frágil, delicada, quer algo que reflita toda a nossa feminilidade.

Ora, se somos seres mutantes (e instáveis) e estamos sempre sujeitas ao novo, é natural que o nosso vestir também tenha esses “desarranjos”. O que não é normal é quando isso se torna rotina. E aí podemos até usar a moda pra acolher, pra confortar, pra camuflar sentimentos ou situações mal-resolvidas, para alegrar ou para estimular. Mas isso também pode ser feito com consciência. Saca só algumas mensagens importantes que talvez você precise refletir:

- Ter um verdadeiro arsenal de peças com motivos infantis quando você já está bem crescidinha;
- Se você gosta muito de materiais e estampas delicadas, mas em um determinado dia sente que não é possível usar. Acaba optando por cores escuras e materiais mais pesados, fortes. Observe seus sentimos, talvez você esteja sentindo raiva. Reflita sobre os motivos.
- Usar roupa colorida em um dia de péssimo humor pode ajudar a alegrar um pouquinho.
- Se a necessidade é acalmar escolha tons suaves e neutros.
- Dificuldade constante de escolha pode decorrer de confusão de sentimentos e sensação de vida bagunçada.

Tá vendo como o vestir é mais importante do que se supõe? Reflita sobre os seus propósitos. Você tem duas opções: mudar de roupa pra mudar de comportamento ou mudar de comportamento e, por isso, mudar de roupa.

Quer saber mais sobre o assunto? Vamos bater um papo! Entre em contato.

 

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