Luiz Eduardo Galvão de Morais

Pacato Cidadão

Luiz Eduardo Galvão de Morais

dugalvaomo@gmail.com

Manifesto de um cidadão inconformado

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um fanfarrão. Além de hipócrita, mentiroso e cínico, o líder petista acha que é o presidente de fato de nosso país. Não bastasse os 8 anos (dos quais os 4 primeiros foram até certa parte aceitáveis, mas os últimos 4 foram jogados fora com políticas de uso da máquina para tentar perpetuar seu partido no poder) em que governou o Brasil com os plenos direitos, visto que foi eleito pelo povo, ele insiste em aparecer como o salvador da pátria. Tem a cara de pau de dizer que não há pessoa mais honesta no país do que ele, fica de mimimi com aquelas historinhas de que começou sua vida do nada e chegou onde chegou e se põe à frente da hierarquia que deveria ser respeitada, liderando as ações do governo e literalmente passando por cima de Dilma, que é um fantoche desde sua “criação”. Criação sim, porque esta foi uma invenção para substituir e obedecer Lula quando esse já não podia mais ser reeleito. Dilma nunca mostrou condição nenhuma de governar o país. Não sabe se expressar e não demonstra aptidão nenhuma para lidar com pessoas, visto que está isolada e não conseguiu apoio algum (com exceção dos puxa-sacos de sempre e dos fanáticos lulo-petistas, que na verdade apoiam Dilma somente porque Lula pede – para manter sua imagem de líder supremo do partido).

Essa história de golpe já está enchendo o saco. Lula diz que é golpe, mas foi um dos líderes para fazer a mesma coisa com Fernando Collor. Dilma diz que é golpe, que foi eleita pelo povo. Porém, tentou nomear Lula para ajudá-lo a fugir das mãos da justiça. E tem mais: quando um eleitor vota num candidato não significa que dá amplos poderes para o mesmo arruinar o país. Os dois não têm a mínima moral e coerência no que dizem e no que fazem. O pai dos pobres e a mãe dos miseráveis são o mesmo casal que destruiu o Brasil nos últimos 12 anos. Os programas sociais, que, na maioria, tiveram suas ideias concebidas no governo Fernando Henrique Cardoso, que foi o melhor presidente que o Brasil já teve até agora, são as muletas eternas dos dois. Ficam com esse blá, blá, blá de que se o processo de impeachment for concretizado (e o será, porque a justiça será feita) o programa Minha Casa Minha Vida, as N Bolsas existentes e os outros programas sociais serão extintos. Tudo balela. Extintos deveriam ser eles. Lula incentiva o MST invadir terras contra o impeachment. Qual é o principal ideal do MST? Não é a reforma agrária? Já se passaram duas semanas da votação na Câmara dos Deputados, que aprovou continuidade do processo de impedimento de Dilma para apreciação no Senado e os dois ainda continuam falando em golpe. Por que Lula não fala com a mesma ênfase sobre o Mensalão? Sobre o triplex no Guarujá? Sobre a morte de Celso Daniel? Sobre o enriquecimento fora dos padrões de seu filho? Sobre a construção da Arena Corinthians? Por quê? Por qual razão Dilma não comenta com o mesmo empenho que falou de golpe em seu discurso na ONU, sobre a compra da refinaria de Pasadena? Sobre o esquema na Petrobrás? Sobre as pedaladas fiscais? Sobre a maquiagem que aprovou nos orçamentos do governo? Sobre a utilização ilegal do serviço dos correios em sua campanha de reeleição? Sobre a morte de Eduardo Campos? Por quê?

Como cidadão brasileiro, já estou de saco cheio de Lula, de seus discursos populares ridículos que só servem para alienar as pessoas desinformadas e alimentar o fanatismo de gente que fica gritando “Lula” para cá e para lá e esquece da própria vida para idolatrá-lo. Estou farto da inércia de Dilma, de sua falta de atitude. Se ela desse “um pé na bunda” de Lula eu até reveria meus conceitos sobre ela. Mas ele caga e ela limpa. Ou melhor, tenta limpar e suja mais ainda. Ela diz amém para tudo e fica andando atrás dele de um lado para o outro no planalto como se ele fosse presidente e ela sua assessora. Essa senhora merece ser impedida. Não tem peito suficiente para dizer “errei, vou concertar, a começar por me desligar dessa quadrilha”. Enquanto Dilma e Lula não sumirem do cenário que governa o país, utilizarei essa coluna para criticá-los, destruí-los e detoná-los. Não aguento mais vê-los agindo como se fossem vítimas.

Deus abençoe os senadores. Que tomem a atitude correta e que promovam a justiça.


 

Luiz Eduardo Galvão de Morais Paixão
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