Estamos de Olho, edição 1377

Cidade limpa
A limpeza urbana não se encerra quando o caminhão passa. Jogar lixo irregularmente depois da coleta é transferir culpa e ignorar responsabilidade. A rua também é extensão da nossa casa.

Meio ambiente
Cuidar do meio ambiente não é bandeira política nem favor ao poder público. É dever cotidiano, silencioso e individual. Pequenos hábitos fazem grandes cidades.

Leilão
O leilão de veículos e bens inservíveis da Prefeitura representa organização administrativa. Manter sucata parada custa caro e não resolve problema algum. Quase um milhão de reais vendidos.

Descongelar
A discussão sobre a lei complementar que trata do descongelamento de valores da época da pandemia é necessária. Rever medidas excepcionais também faz parte da reconstrução pós-crise. A prefeita autorizou o descongelamento e, segundo anunciado, começará a ser pago após o levantamento e estudo dos valores. Vitória aos servidores!

Mulher
A chegada do DIU pelo SUS amplia escolhas, garante autonomia e reforça o papel da saúde pública como política de acesso, não de privilégio. Uma grande conquista!

Participação tímida
O aumento do salário dos servidores públicos entrou em pauta na Câmara. Tema sensível e relevante. Ainda assim, a presença de servidores foi pequena. A participação também fortalece a pauta.

Coragem x silêncio
Nas redes sociais, opiniões surgem aos montes, muitas vezes em tom firme e combativo. Já nos espaços de diálogo presencial, o silêncio costuma ser maior. Opinar exige mais do que um comentário: exige presença.

Em vídeo
A prefeita Adriana Duch tem apostado em vídeos para anunciar ações da gestão, estratégia que divide opiniões. Há quem aprove, por se sentir informado, e há quem critique o excesso. Fato é que vivemos o auge do digital, e a comunicação pública também mudou. Hoje, falar com o cidadão passa, inevitavelmente, pelas redes.

Política que constrói x política que persegue
Debater é essencial. Divergir, saudável. Perseguir, não. Quando o debate perde conteúdo e ganha ruído, quem perde é a cidade.

Cidade que refletimos
Itapeva avança quando decisões públicas encontram cidadãos conscientes. Nenhuma gestão sustenta uma cidade sozinha.

Sem paraquedas
Há quem queira pular junto quando a ideia já está no ar, mas sem ter ajudado na decolagem. Querem sentar na janelinha do ônibus do colega, aproveitar a vista e ainda opinar no trajeto. Participar depois que tudo está andando é fácil; difícil é assumir o risco desde o começo.

Carona crítica
Criticar a rota é comum, mas poucos ajudam a empurrar quando o ônibus quebra. Reclamar da viagem não substitui a responsabilidade de contribuir com o caminho.

Reclamar x participar
A crítica é legítima, mas perde força quando não vem acompanhada de envolvimento. Espaços existem, o que muitas vezes falta é disposição para ocupá-los.

Fiscalizar não é torcer contra
Acompanhar, questionar e cobrar fazem parte da cidadania. Torcer pelo erro, não. Quem ama a cidade quer ver dar certo, mesmo discordando dos métodos.

Urgência seletiva
Alguns problemas só viram urgentes quando batem à própria porta. O coletivo costuma esperar… até virar incômodo individual. Infelizmente.

Política além do palco
Sessões, audiências e debates seguem acontecendo, mesmo sem plateia cheia. Democracia não pausa por falta de público.

sinticom-site
RP original-site